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28/05/2015
ESTADO DE ALERTA
Com a economia vivendo dias frágeis, a Fetransportes se une a outros setores de produção na discussã

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O consumo das famílias vive um momento de desaceleração em função do fim dos programas de incentivo ao consumo e da menor oferta de crédito. Junte-se a isso a retração da indústria, a inflação e a baixa taxa de investimentos. E esse cenário de pequeno crescimento foi confirmado na sexta-feira, 27 de março, quando o Instituto Brasileiro Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados finais relativos ai Produto Interno Bruto do ano passado. De acordo com o órgão, o PIB do Brasil apresentou um crescimento de apenas 0,1% em 2014. Em 2013, por exemplo, ano que a situação não era tão delicada, o Brasil cresceu 2,5%, média menor do que a apresentada pelo mundo (3%), pelos países emergentes (4,7%) e pela própria América Latina (2,7%).
 
Seguindo a mesma tendência dos demais setores de produção, no setor de transporte e logística o panorama é desafiador. Segundo o presidente da Fetransportes, José Antonio Fiorot, as atividades do setor estão voltadas no clima de incertezas políticas e macroeconômicas, fatores que estão reduzindo a confiança dos empresários de todos os setores de produção e fazendo com que eles já pensem em segurar investimentos para o próximo ano.
 
“Estamos vivendo ilhados em más notícias: queda dos negócios, inadimplência, aumento de desemprego e restrição de crédito no mercado. Não bastasse isso, há ainda a crise hídrica e a escassez energética. A queda de confiança na indústria e no varejo somada a essas incertezas econômicas e políticas coloca o mercado em estado de alerta”, ressaltou Fiorot.
 
A situação é tão delicada que dirigentes que participam do Fórum de Entidades e Federações (FEF) – entidade que reúne membros das federações do Transporte, Indústria, Comércio, e Agricultura, além do Espírito Santo em ação – estão unidos numa espécie de “força-tarefa” cujo objetivo é manter o nível mínimo de crescimento das atividades produtoras do Estado.
De acordo com o presidente da Fetransportes, nas últimas reuniões os representantes das entidades têm conversado, inclusive com o poder público, sobre ações necessárias para que o nível de produtividade, que já está baixo, não fique absolutamente estagnado.
 
“Para driblar esse momento fraco da economia para o setor de transportes e logística, especificamente elencamos algumas medidas. Nossas prioridades são tentar reduzir a altíssima carga tributária, que está asfixiando o desenvolvimento das transportadoras, e garantir melhorias em nossa infraestrutura logística. Entendemos que o governo precisa agir, mesmo que de maneira contingencial, e nos ajudar a achar formas de estimular os setores de produção. O momento é de unir forças e aqui no Estado, através do FEF, estamos trabalhando com essa integração de ações, o que já é um ponto positivo”, finaliza o presidente.
 
Fonte: Informativo do Sistema Fetransportes e Sest Senat - ES - Edição nº 33 




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